segunda-feira, 1 de junho de 2009

A.E.H

www.youtube.com/watch?v=52aqldTzrRI

Analisando

Por “Vandão

Compositor: Humberto Gessinger

Parte I
eu tenho os meus problemas, você tem os seus
variações de um mesmo tema,
ateus procurando Deus
eu tenho os meus problemas, você tem os seus
variações de um mesmo tema, Dylan e seus dilemas?
onde estamos? ?pr'onde vamos? ?onde já se viu?
num retrato, num espelho, no mapa do brasil?
qual é seu signo? ?que sangue você gosta de sugar?
?qual é o seu limite (se é que ele existe)
?se não existe, ?qual é?
eu tenho os meus problemas...?
onde estamos? ?pr'onde vamos? ?onde já se viu?
num retrato, num espelho, no mapa do brasil?
qual é seu signo? ?que sangue você gosta de sugar?
?qual é o seu sexo (se é que ele existe)?se não existe o complexo, ?qual é?
não procure paz
onde paz não há
não procure alguém onde não há ninguém
não procure um céu azul no mar vermelho
não procure outras pessoas no espelho
não procure mais, 'tá tudo aí
e ai de nós se o disco acabar
se o rastro ficar invisível a olho nu
pois nossos olhos não usam black-tie
ouça o que eu digo: não ouça ninguém
ouça o que eu digo: não ouça ninguém
só obedeça à lei da infinita highwayo
piloto automático não leva a nenhum lugar
(não, não ouça o que eu digo: não ouça ninguém)
o piloto automático não leva a lugar nenhum
(não, não ouça o que eu digo: não ouça ninguém)...
não ouça ninguém
Parte II (Humberto Gessinger/Augusto Licks)
não tenha medo: nem tudo tem explicação
há mistério em quase tudo,
nem todo veludo é azul
o coração sempre arrasa a razão
o que é preciso ninguém precisa explicar
o mundo é muito grande p'ra quem anda de aviãop'ra quem anda sem destino ele cabe na palma da mão
o coração sempre arrasa a razão
o que não tem explicação ninguém precisa explicar
o sol ainda se levanta no meio de tanta confusão
no meio da madrugada ele ilumina o japão
o coração nunca cansa da canção
O que tá escrito na canção ninguem prescisa aceitar


Essa musica faz um critica a sociedade em que vivemos, onde as pessoas se preocupam mais com os problemas dos outros do que seus próprios, fazem procuras que não precisam fazer...


“o piloto automático não leva a nenhum lugar”
”o piloto automático não leva a lugar nenhum”

Essas partes da musica se completam, por que faz uma critica do modo que estamos vivendo, achando que “ deixa a vida me levar “
vai levar a algum lugar.

“não tenha medo: nem tudo tem explicação
há mistério em quase tudo, nem todo veludo é azul”

“o coração sempre arrasa a razão
o que é preciso ninguém precisa explicar”

É muito interessante essa parte, como ele coloca que as pessoas precisam saber de tudo, achar respostas de tudo. A palavra preciso tem um duplo sentido muito legal que é de exatidão e também necessidade, mas pelo coração sempre arrasa a razão a exatidão não precisa ser explicada.

“o coração nunca cansa da canção
O que tá escrito na canção ninguem prescisa aceitar”

Essa parte onde diz que o coração nunca cansa da canção, do que a musica lhe proporciona “o sentimento”, mas ninguém é obrigado a aceitar aquilo que é escrito, em resumo seria necessário duvidar mais.

Como essa minha interpretação da musica, não é necessário aceitar, as pessoas tem um grande potencial para pensar e garanto que existam x analises diferentes destas e nenhuma seria descartável... ou não!

sexta-feira, 29 de maio de 2009




“O homem não evoluiu,
Apenas trocou a mobília”

Construímos uma sociedade que admira e utiliza somente os resultados imediatos, os caminhos mais curtos, as verdades prontas, que não são digeridas. Acreditamos em tudo que vemos e escutamos, não duvidamos da mão que nos alimenta, por que já estamos bestificados com o doce sabor de ser leigo.
Não calculamos os riscos que existem em acreditar em tudo e em todos. Qualquer noticia do jornal nos convence, qualquer discurso de um apresentador de televisão nos deixa compenetrados, mulheres que recebem nomes de frutas são formadoras de opinião nos programas de domingo. Quem são as celebridades?!
O Pós-Moderno indica que atingimos o auge da evolução, porém o que parece é que estamos regredindo, por que nunca estivemos tão longe de sermos animais pensantes
.


Ô

Se for fazer um poema meu caro senhor
Faça, mais faça o com sua dor
Não invente melancolias e grandes fatos
Não transforme suas ações em grandes atos
Por que isso, meu senhor, soa muito artificial
Isto me embrulha o estômago e me faz mal
Pois a arte brota da carne viva, do puro suor
E é isto que me faz sentir só
Que faz chorar sem ter nem um pretexto
Que traz a tona o meu maior defeito
E sentir que algo bati em meu peito
E acabar com essa falsa humanidade, que cultivei por tanto tempo
Alimentando meu inimigo sedento
Que tem fome do eu, fome de minha imperfeição
Mas deixa intactos meus bons modos, postura e feição
O que ele (ela) quer é acabar com o meu ser humano
E é por isso que no corpo não deixa nem um dano
Pois agora, meu caro senhor poeta, se tem a humildade de me ouvir
Peço que pare de mentir

quinta-feira, 21 de maio de 2009

O que você vai ler não pertence ao mundo fabuloso da verdade, porém também passeia no interior cético da mentira, por isso não quero que duvide nem concorde apenas codifique na tua visão.


?A realidade?

O real nos prende ao chão, nos dá segurança, sem o real viveríamos no relativismo, entretanto o real nos aprisiona nas verdades perfeitas.
Afinal o que é real? Será que as coisas ao nosso redor pertencem à realidade? Como garantir a veracidade do que chamamos de realidade?
Estamos tão perto da realidade que não conseguimos enxergar?

Somos a realidade ou fazemos parte dela?

Respostas que ficam somente na superficialidade não penetram na verdade.




Somos quase livres


Isto é pior do que a prisão




O homem sempre procurou a liberdade, a liberdade de sair de casa, se entregar definitivamente ao seu amor (mesmo que isso se torne uma prisão), de expor sua idéia e etc. No entanto será que a liberdade existe? Será que a liberdade é benéfica ao homem?
Não será a liberdade apenas uma prisão ampla e complexa que confunde quem prova?
E se ela existir como saber se somos livres ou se estamos presos a idéias e ideais da “midiocracia”?