Ô
Se for fazer um poema meu caro senhor
Faça, mais faça o com sua dor
Não invente melancolias e grandes fatos
Não transforme suas ações em grandes atos
Por que isso, meu senhor, soa muito artificial
Isto me embrulha o estômago e me faz mal
Pois a arte brota da carne viva, do puro suor
E é isto que me faz sentir só
Que faz chorar sem ter nem um pretexto
Que traz a tona o meu maior defeito
E sentir que algo bati em meu peito
E acabar com essa falsa humanidade, que cultivei por tanto tempo
Alimentando meu inimigo sedento
Que tem fome do eu, fome de minha imperfeição
Mas deixa intactos meus bons modos, postura e feição
O que ele (ela) quer é acabar com o meu ser humano
E é por isso que no corpo não deixa nem um dano
Pois agora, meu caro senhor poeta, se tem a humildade de me ouvir
Peço que pare de mentir
Se for fazer um poema meu caro senhor
Faça, mais faça o com sua dor
Não invente melancolias e grandes fatos
Não transforme suas ações em grandes atos
Por que isso, meu senhor, soa muito artificial
Isto me embrulha o estômago e me faz mal
Pois a arte brota da carne viva, do puro suor
E é isto que me faz sentir só
Que faz chorar sem ter nem um pretexto
Que traz a tona o meu maior defeito
E sentir que algo bati em meu peito
E acabar com essa falsa humanidade, que cultivei por tanto tempo
Alimentando meu inimigo sedento
Que tem fome do eu, fome de minha imperfeição
Mas deixa intactos meus bons modos, postura e feição
O que ele (ela) quer é acabar com o meu ser humano
E é por isso que no corpo não deixa nem um dano
Pois agora, meu caro senhor poeta, se tem a humildade de me ouvir
Peço que pare de mentir

Quem é o autor deste deste?
ResponderExcluirquem que fez esse blog,naum tem o nome mais esta muito bom...
ResponderExcluirgelsiomar do 2V1
Quero dizer, quem é o autor do texto acima?
ResponderExcluirBjs,
Luciane
oooooooooooooooh!
ResponderExcluirE agora o nome do autor....................!
Anderson . . . confesso, confesso, fui eu!